terça-feira, 16 de agosto de 2016

Fanfic - Unbroken

2º Capítulo - Começo

Rhay POV'S 
  
        Eu queria que pelo menos, quando esticasse meus braços até o celular e desligar o despertador, todos os pensamentos bons de primeiro dia de aula voltassem á tona. Pois tudo o que eu queria agora era ignorar o barulho e voltar a dormir, e só acordar ás três horas da tarde.
       Contra a minha vontade, depois de longos segundos pensando em desculpas para faltar a aula, me levantei e fui ao banheiro lavar meu rosto.
       Olhei para o espelho e me fitei por um longo tempo. Minhas olheiras voltaram, meu rosto estava inchado e amassado e havia manchas de espinhas pela minha pele. Em seguida, entrei no chuveiro e tomei um banho quente.
       Depois de terminar o banho, fui até meu guarda-roupa e escolhi umas peças de roupas. Uma blusa de alcinhas, com estampa de margaridas — o que foi estranho, porque não gosto de blusas com estampas de flores —, uma blusa de frio de pano na cor marrom e calça jeans escura.
       Desci e fui até a padaria, pois sempre comprava e tomava meu café da manhã em alguma.
       Quando cheguei, minha melhor amiga e ex vizinha, Ana, me esperava comendo seu lanche em uma das mesas.
— Já tinha começado a pensar que você não ia. — Disse ela.
— Quase. — Respondi.
— Por que?
       Pedi dois pães de queijo dentro da sacola e um suco de pêssego. Peguei meu lanche e me sentei com Ana.
— Desanimei. — Falei enquanto tirava o canudinho do plástico do suco — Vai ser igual a todo dia.
— Não vai não! — Retrucou ela — É o ensino médio, esqueceu?
— Esqueci não, é só que, é escola sabe? É sempre a mesma coisa.
— Ó, pensa comigo. Vai ter pessoas diferentes, garotos bonitos, e a escola serve mini pizzas na quinta-feira.
      Revirei os olhos. Ela ia por causa da comida.
      Meu novo vizinho da frente, Kahal, acenou para a gente e foi para a escola. Acenamos de volta, e ele deu um sorriso de lado.
— E vai ter o Kahal. — Sussurrou Ana — E me parece que ele está de bom humor hoje.
      Isso era verdade, Kahal é lindo, mas pelo o que Ana me contou, tem seus dias de mau humor contínuo. E hoje, ele parecia estar bem alegre.
— É, até que vai. — Falei.
— ‘’Até que vai’’ não. Está perfeito.
    Ela jogou os restos fora e pagou pela comida.
—Te vejo daqui a pouco para a gente ir.
— Okay.
      Fiz o mesmo, paguei meu lanche e voltei. Quando cheguei em casa, escovei os dentes e comecei a me arrumar. Fiz uma maquiagem básica, apenas para esconder algumas imperfeições e passei um perfume que ganhei de aniversário.
     Coloquei meu sapato, peguei meu celular e fone de ouvido e os guardei na mochila.
     Minha mãe me esperava no carro, lembrei que havíamos arrumado minha mala e colocado no porta-malas desde ontem.
     Thomas foi com os amigos dele mais cedo. Então a única opção era a Ana vir até a minha casa.
      Quando cheguei na porta, Ana me esperava. Ela usava uma blusa de moletom branca com flores por cima de uma blusa preta e calça jeans.
Alguém me disse que ia tentar ser gótica. Falei a provocando.
Olha quem fala. Disse ela Usando blusinha de menininha só pra causar boa impressão. Branquela.
      Ri do comentário. Pois ela sabia que eu gostava de me vestir de preto.
      Lembrei que teria que encarar a escola nova, com pessoas desconhecidas e todo mundo olhando para a novata que seria eu.
      Suspirei alto.
Calma, vai dar tudo certo. Pensa na pizza de quinta-feira.
      Nós rimos. Para a gente, comida era sempre mais importante.
      Entramos no carro e minha mãe deu a partida, ela conversava comigo sobre algo da loja de joias dela. Alguns minutos depois chegamos a escola, pois era perto da minha nova casa.
É aqui? Perguntei.
Não Rhay, a gente parou aqui para comprar pão, a escola é ali na frente. — Disse Ana.
    Percebendo a ironia, dei um cascudo nela.
Besta. Falei rindo.
      Adentramos a escola, que era gigante e organizada. Só na chegada senti olhares sobre mim, me fazendo ficar com vergonha.
      No pátio, vi alguns alunos coreanos, o que despertou meu interesse.
Tem coreanos aqui? Perguntei.
Sim, a cidade é pequena, mas como você nunca saí de casa não deve ter percebido que há bastante gente diferente por aqui.
     Dei de ombros. Eu não sairia mesmo só para ver gente diferente.
      Ana me mostrou a secretária, onde soube a minha sala, o dormitório em que eu estava e o meu armário.
Qual? Ela perguntou.
Sala 1º M 5 e quarto A2 nº16.
    Ela deu um gritinho.
A mesma sala que a minha.
      Ri e a deixei me levar até o dormitório, que era no quarto andar pois os dois primeiros andares eram a área escolar. Fomos andando até parar na porta 16 que havia os nomes: Camily Brookshire e Rhayne Villena.
     Abri a porta e entrei receosa, observei um pouco o quarto. As cores das paredes eram num tom de azul claro e estava bem arrumado.
      Ana me deixou no quarto e disse que foi resolver algumas coisas, e disse que depois vinha me acompanhar para a aula que era as 8:00 AM. Fiquei um pouco chateada de ter acordado muito cedo, sendo que havia mais tempo para dormir.
      Um abrir de maçaneta me chamou a atenção. Uma garota saiu do banheiro, enxugando ferozmente o cabelo com a toalha. Ela olhou para mim e me estudou rapidamente.
Oi. — Disse ela.
— Oi.
— Sua cama é essa aí. — Ela apontou para atrás de mim.
— Ah, sim. Obrigada.
      Ela murmurou um uhum e eu comecei a colocar algumas coisas no lugar. As roupas eu deixaria para mais tarde, depois que as aulas acabassem.
      Ia começar a arrumar minha mochila mas lembrei que não sabia o horário.
— Er, com licença. — Me aproximei de Camily, que estava deitada na cama mexendo no celular.
— Sim ?
— Qual a sua sala ?
— 1º M -05. — Respondeu ela.
— Qual o horário das aulas hoje?
— Mesma sala? — Camily me perguntou e eu assenti. — Temos Inglês, Biologia e Geografia no primeiro período e Física e Matemática depois do almoço.
— Entendi. Obrigada.
— Ah, leva só os cadernos, a pochete e o livro de inglês tá. Não tem muita necessidade de levar a mochila.
— Okay.
      Peguei meus materias e saí, Ana estava vindo no corredor e me levou até a sala. Entrei na sala junto com ela, que escolheu o lugar atrás dela para eu sentar, no terceiro lugar da fila, ficando perto da janela.
      Observei algumas pessoas que entravam, e a minoria ainda bem me olhava de volta.
    E até mesmo, o garoto de ontem, entrou na sala.
Ana, quem é aquele mino lindo? Perguntei.
Tem vários.
      Ri e comecei a descrever o garoto. Ele tinha os cabelos pretos e era bem pálido. Usava uma blusa cinza por baixo de um moletom esportivo vermelho. Junto de uma calça jeans azul escura.
Ah, o Max. disse ela Ele parece um vampiro.
      Comecei a rir. Ela tinha mania de ridicularizar os garotos que eu achava bonito, para tirar sarro de mim se eu ficasse com algum.
      Quando fui olhar para ele novamente, o garoto já olhava para mim. Desviei o olhar rapidamente para evitar que eu ficasse com mais vergonha. Me virei para o lado e não consegui conter um sorriso.
Hum, já estão assim? Perguntou Ana Só quero saber como o filho de vocês dois vai ser.
Ana! Eu só disse que ele é lindo. Retruquei.
Será que ele vai ter o olho azul? Se for, eu me congelo e me caso com ele.
Ana!
      Ela começou a gargalhar.
Calma, eu só estou brincando. Disse ela Você quase nunca elogia garotos.
      Dei de ombros, mas era verdade. Poucos garotos faziam o meu tipo. Ana ás vezes me chamava de cuzona e sem coração por isso.
Ah, mas eu elogio o Kahal sempre. Eu disse.
Mas também né, é o Kahal.
Wow, mais uma fã do Kahal na sala? Perguntou uma garota de cabelos roxos, se sentando na cadeira ao lado. É nova né?
Sim. Respondi.
Mari, essa é a Rhay, minha amiga e ex vizinha. Rhay, essa é a Mari, minha amiga da escola.
      Ela estendeu a mão, e eu a cumprimentei.
      Começamos a conversar sobre coisas aleatórias, algumas amigas de Ana e Mari vieram conversar comigo.
      Logo após, o professor de inglês entrou na sala. Ele se apresentou para mim, e pediu para que eu falasse meu nome. Foi um pouco complicado, precisei repetir meu nome umas 3 vezes, pois o professor errava a pronúncia.
      Depois da apresentação, o professor passou um exercício, que eu terminei rapidamente por causa da minha facilidade no idioma. Bom, depois de anos ouvindo músicas internacionais e assistindo séries legendadas foi isso que aconteceu.
      Ana terminou alguns minutos depois de mim, havia algumas coisas que eu tinha ensinado a ela.
      Às vezes, Kahal que estava na fila ao lado, pedia algumas respostas a nós, posso dizer que me assustei com a voz dele, não esperava que fosse grossa e profunda. E pelo fato de ele ser irrestivelmente lindo, passávamos.
      Ana encarou algo por alguns segundos, depois desviou e olhou de volta.
Ele tá te olhando. Disse ela.
   Franzi as sobrancelhas, confusa.
Quem?
O vampirinho lá.
O Max? Perguntei.
      Ela assentiu concordando.
      Ela começou a olhar para algo do lado de fora, através da janela. Aproveitei que Ana não olhava para mim ou para o Max e fui dar uma olhada no garoto.
      E como Ana disse, ele já estava olhando para mim. Seus olhos desviaram rapidamente do meu, mas dessa vez eu não desviei, fiquei observando o garoto.
Qual vai ser os nomes dos filhos de vocês dois? Perguntou Ana.
      Dei um tapa de leve no braço dela e a mesma começou a rir da minha cara.
      A aula de inglês acabou e passei uma outra aula em piloto-automático. Fingindo entender o que os professores falavam e explicavam.
      Na de Geografia, Isaac começou a pedir borrachas emprestadas para nós que estávamos perto. Ele e Mark pareciam estar aprontando algo. Mas ninguém estava prestando atenção, a maioria fazia bagunça.
      Em seguida, consegui ver o que eles estavam fazendo. Os dois estavam grampeando as borrachas, todas juntas.
      Tive que rir da situação.
      Mark foi até a minha mesa rindo e pegou a minha bolsinha, e a fechou a levando para a mesa de Isaac.
— Minha bolsinha não! — protestei rindo.
— Ó as ideia — disse Mark rindo — ‘’Não’’ — repetiu ele rindo alto.
       Eles pregaram minha bolsinha junto com as borrachas, e em seguida também pegaram a de Mari e a de Thomas.
       Quando perceberam que a professora estava olhando de cara feia para eles, os dois puxaram os grampos e devolveram nossos pertences.
       Depois que a professora se virou para o quadro, Mark e Isaac começaram a rir baixo e sem som, porém, freneticamente.
   
      Quando o sinal do intervalo tocou, eu ''acordei'' e peguei meu celular e meus fones de ouvido no bolso. Ana me acompanhou seguindo o grande fluxo de alunos.
      Nós duas entramos na fila do lanche, pareciam estar servindo algum tipo de sanduíche de peito de peru ou algo assim com refrigerante que não conseguir saber que sabor era.
      Depois de pegar nossa comida, procuramos mesas livres, mas não achamos nenhuma. Passamos por alguns segundos procurando um lugar, até que Mari pareceu nos notar.
      As amigas dela nos chamaram para sentar na mesa com elas. Demorei um pouco para cair a ficha, e Ana teve que me chamar umas duas vezes.
Então, vocês são amigas do Kahal? Perguntou a garota de cabelos rosa, Gabi.
    Ana riu.
Passar cola pode se considerar uma amizade? Perguntou ela.
É quase uma parceria. Disse Gabi.
''Quase''? Perguntou Mari, e nós rimos.
      Elas me contaram que Juh trabalhava na Rádio, por isso não passava o começo do intervalo com elas, apenas a metade.
      Percebi que Gabi comentava sobre algum garoto que havia conhecido recentemente, pelas descrições, eu começava a achar que eu conhecia.
      Nós começamos a falar sobre bandas e músicas até que alguém tocou no assunto das audições das bandas.
Eu meio que tava querendo fazer. Disse Mari.
Eu também. Disse Gabi.
São quantas vagas? Perguntei.
Cinco. Respondeu Mari.
Eu não sei cantar, mas boa sorte pra vocês. Disse Ana.
Valeu. Disse Juh chegando do nada.
Vai fazer a audição Juh? Perguntou Gabi.
Sim, eu apostei com o Mark. Que se um de nós conseguirmos passar, quem ganhar vai colocar a música que quiser por um mês.
Vocês vivem em pé de guerra ein. Comentou Mari, rindo.
Mas é claro, eu não aguentaria ele colocando funk no intervalo. Disse ela olhando para a multidão Eu sei que ele gosta de rock, mas a versão ''rockeiro'' dele é destorcida.
     Nós rimos.
     Quando terminei meu lanche, fui jogar o lixo no latão. No caminho, como na maioria das vezes sou um pouco distraída/ desastrada, esbarrei em alguém.
     Me virei para me desculpar e dei de cara com Max que por sorte ou azar ainda não me decidi era quem eu havia esbarrado.
     Nós acabamos nos desculpando ao mesmo tempo, então ele se virou e segui com seus amigos, que a propósito, Thomas estava na mesma rodinha que ele. Meu irmão acenou para mim e eu acenei de volta.
    Depois de jogar o lixo fora, voltei à mesa.
Conhece o Thomas? Perguntou Gabi.
      Percebi um certo interesse em sua expressão, e consegui conectar tudo. A Gabi que estava na mesma rodinha que eu era a mesma que meu irmão havia conhecido. Dei um sorriso de lado.
Sim, ele é meu meio-irmão.
Ata.
Você conheceu ele esses dias na biblioteca? Perguntei.
Sim. Ela me respondeu desconfiada. Por que?
Ele me disse. Falei com um sorriso travesso.
      Ela acabou corando e ficando um pouco envergonhada, eu já podia criar o nome do shipp deles.
      Gabi ficou olhando para um lado e para o outro, acho que a deixei desconfortável por estar falando de Thomas.
      ''Shippo'' pensei.
Está interessada nele? Perguntei diretamente.
     Ela abriu e fechou a boca várias vezes antes de responder.
      Shippo muito
Ah, como eu posso dizer? Eu meio que gosto dele desde o começo do ano.
     Shippo pra caralho.
— Mas não tomo iniciativa por medo de ser ignorada. — Disse ela.
Que isso, não pensa assim. Falei tentando a encorajar Ele é bem carismático, não ignora ninguém.
Você acha que eu deveria falar com ele então?
Claro, vem.
   Falei me levantando.
Espera, agora? Perguntou ela.
Sim, agora.
Mas eu não sei o que falar com ele, não tenho assunto. Gabi se levantou comigo.
Ah, deixa que eu resolvo. Começamos a ir em direção a rodinha de amigos dele Começa com um simples oi que o resto eu tomo conta.
Tudo bem então.
     Não estávamos nem próximas ao grupo deles, mas percebi que Thomas deu uma olhada rápida em nós.
Afinal, como é aquele Max? Perguntei curiosa.
Huum. Gabi sorriu maliciosamente para mim.
      Eu ri.
Qual é, só quero saber.
Está interessada nele? Ela me perguntou, me imitando do fato de segundos atrás.
      Senti meu rosto esquentar.
Não, não é isso. Mas eu sinto algo diferente em relação a ele. Falei.
Hum, para começar, ele é diferente. É sempre mais na dele, sabe? Fechado, frio e um pouco sem expressão.
Um pouco? Falei irônica e Gabi riu.
Mas ele me parece uma pessoa legal. A Juh me disse que o Max é engraçado depois que tem intimidade com alguém.
Entendi.
— Só que tem um problema.
— O que?
— Ele tem namorada. — Ela me disse com um olhar de pena.
— É claro que tem. — Falei baixo e aborrecida.
— Mas não fica assim, tem vários garotos interessantes por aqui.
— É que os que são difícil de conseguir é sempre meu fetiche. — Revirei os olhos.
— Mas tipo, Mark me disse que o Max e a namorada dele não estão bem já faz uns meses. Bom, eu que o diga né, ele namora a mais patricinha da escola.
     Ri do comentário dela.

      Por fim, chegamos ao grupo deles. Isaac e Mark abriram a rodinha para nós.
Ei gente. Cumprimentei.
Ei. Eles me cumprimentaram em uníssono.
      Thomas e Gabi trocaram um sorriso, e resolvi começar um assunto aleatório.
Eu soube que vocês dois são maníacos por livros, qual sagas vocês gostam? Perguntei.
      Não demorou muito para eles começarem a conversar normalmente.
      Os outros três garotos também conversavam entre si, e me vi de fora dos assuntos. Tentei me aproximar deles, só tentei porque sair do lugar meus pés não saíram. Mas logo o recreio acabou e tivemos que subir.
      Fui apressadamente para o meu quarto e voltei ao modo piloto automático. Mais tarde, teria mais duas aulas e começariam as audições.
      De tarde, depois das aulas de Física e Matemática, Ana foi ao meu quarto. E eu a perguntei do porquê de me shippar com o Max sendo que ele estava namorando. E ela me respondeu que não sabia que os dois ainda estavam e um relacionamento, pois em algumas festas do time de futebol, Jess sempre ficava com Manson.
     Tinham no máximo 180 pessoas fazendo as audições. O esquema era preencher uma folha, entregar para os jurados e cantar uma música para eles avaliarem. A sala onde tínhamos que cantar não fazia som do lado de fora, para evitar constrangimento e talvez para guardar uma surpresa.
     Comecei a conversar com as meninas, para tentar aliviar o meu nervosismo. Uma amiga delas que fazia um curso também veio fazer o teste.
     Estavam chamando por ordem de chamada o que me fez ficar tão ansiosa quanto nervosa.
      Mas quando foi a minha vez, consegui fazer o que planejei e me senti confiante. Os jurados nos avisaram que o resultado sairia no dia seguinte.
      As meninas combinaram de todas irem fazer um lanche. Mas tem algo que eu chamo de destino, pois os garotos estavam na mesma lanchonete que a gente.
      Mark pediu para nós juntarmos as mesas e o fizemos. Logo acabamos fazendo amizade com todo mundo.

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