Fanfic - Unbroken
2º Capítulo - Começo
Rhay POV'S
Eu queria que pelo menos,
quando esticasse meus braços até o celular e desligar o despertador, todos os
pensamentos bons de primeiro dia de aula voltassem á tona. Pois tudo o que eu
queria agora era ignorar o barulho e voltar a dormir, e só acordar ás três
horas da tarde.
Contra a minha vontade, depois
de longos segundos pensando em desculpas para faltar a aula, me levantei e fui
ao banheiro lavar meu rosto.
Olhei para o espelho e me
fitei por um longo tempo. Minhas olheiras voltaram, meu rosto estava inchado e
amassado e havia manchas de espinhas pela minha pele. Em seguida, entrei no
chuveiro e tomei um banho quente.
Depois de terminar o banho,
fui até meu guarda-roupa e escolhi umas peças de roupas. Uma blusa de alcinhas,
com estampa de margaridas — o que foi estranho, porque não gosto de blusas com
estampas de flores —, uma blusa de frio de pano na cor marrom e calça jeans
escura.
Desci e fui até a padaria,
pois sempre comprava e tomava meu café da manhã em alguma.
Quando cheguei, minha melhor
amiga e ex vizinha, Ana, me esperava comendo seu lanche em uma das mesas.
— Já tinha começado a pensar que você não ia. — Disse ela.
— Quase. — Respondi.
— Por que?
Pedi dois pães de queijo
dentro da sacola e um suco de pêssego. Peguei meu lanche e me sentei com Ana.
— Desanimei. — Falei enquanto tirava o canudinho do plástico do suco —
Vai ser igual a todo dia.
— Não vai não! — Retrucou
ela — É o ensino médio, esqueceu?
— Esqueci não, é
só que, é escola sabe? É sempre a mesma coisa.
— Ó, pensa
comigo. Vai ter pessoas diferentes, garotos bonitos, e a escola serve mini
pizzas na quinta-feira.
Revirei os olhos. Ela ia por causa da
comida.
Meu novo vizinho da frente, Kahal, acenou para
a gente e foi para a escola. Acenamos de volta, e ele deu um sorriso de lado.
— E vai ter o
Kahal. — Sussurrou Ana — E me parece que ele está de bom humor hoje.
Isso era verdade, Kahal é lindo, mas pelo o
que Ana me contou, tem seus dias de mau humor contínuo. E hoje, ele parecia
estar bem alegre.
— É, até que vai.
— Falei.
— ‘’Até que vai’’
não. Está perfeito.
Ela jogou os restos fora e pagou pela
comida.
—Te vejo daqui a
pouco para a gente ir.
— Okay.
Fiz o mesmo, paguei meu lanche e voltei.
Quando cheguei em casa, escovei os dentes e comecei a me arrumar. Fiz uma
maquiagem básica, apenas para esconder algumas imperfeições e passei um perfume
que ganhei de aniversário.
Coloquei meu sapato, peguei meu celular e
fone de ouvido e os guardei na mochila.
Minha mãe me esperava no carro, lembrei que
havíamos arrumado minha mala e colocado no porta-malas desde ontem.
Thomas foi com os amigos dele mais cedo.
Então a única opção era a Ana vir até a minha casa.
Quando cheguei na porta, Ana me esperava.
Ela usava uma blusa de moletom branca com flores por cima de uma blusa preta e
calça jeans.
— Alguém me disse que ia tentar ser
gótica. — Falei a provocando.
— Olha quem fala. — Disse ela — Usando blusinha de
menininha só pra causar boa impressão. Branquela.
Ri do comentário. Pois ela
sabia que eu gostava de me vestir de preto.
Lembrei que teria que
encarar a escola nova, com pessoas desconhecidas e todo mundo olhando para a
novata que seria eu.
Suspirei alto.
— Calma, vai dar tudo certo. Pensa na
pizza de quinta-feira.
Nós rimos. Para a gente,
comida era sempre mais importante.
Entramos no carro e minha
mãe deu a partida, ela conversava comigo sobre algo da loja de joias dela. Alguns
minutos depois chegamos a escola, pois era perto da minha nova casa.
— É aqui? — Perguntei.
— Não Rhay, a gente parou aqui para
comprar pão, a escola é ali na frente. — Disse Ana.
Percebendo a ironia, dei um
cascudo nela.
— Besta. — Falei rindo.
Adentramos a escola, que era
gigante e organizada. Só na chegada senti olhares sobre mim, me fazendo ficar
com vergonha.
No pátio, vi alguns alunos
coreanos, o que despertou meu interesse.
— Tem coreanos aqui? — Perguntei.
— Sim, a cidade é pequena, mas como você
nunca saí de casa não deve ter percebido que há bastante gente diferente por
aqui.
Dei de ombros. Eu não sairia
mesmo só para ver gente diferente.
Ana me mostrou a secretária,
onde soube a minha sala, o dormitório em que eu estava e o meu armário.
— Qual? — Ela perguntou.
— Sala 1º M 5 e quarto A2 nº16.
Ela deu um gritinho.
— A mesma sala que a minha.
Ri e a deixei me levar até o
dormitório, que era no quarto andar pois os dois primeiros andares eram a área
escolar. Fomos andando até parar na porta 16 que havia os nomes: Camily
Brookshire e Rhayne Villena.
Abri a porta e entrei
receosa, observei um pouco o quarto. As cores das paredes eram num tom de azul
claro e estava bem arrumado.
Ana me deixou no quarto e
disse que foi resolver algumas coisas, e disse que depois vinha me acompanhar
para a aula que era as 8:00 AM. Fiquei um pouco chateada de ter acordado muito
cedo, sendo que havia mais tempo para dormir.
Um abrir de maçaneta me
chamou a atenção. Uma garota saiu do banheiro, enxugando ferozmente o cabelo
com a toalha. Ela olhou para mim e me estudou rapidamente.
— Oi. — Disse ela.
— Oi.
— Sua cama é essa
aí. — Ela apontou para atrás de mim.
— Ah, sim. Obrigada.
Ela murmurou um uhum e eu comecei a colocar algumas coisas no lugar. As roupas eu
deixaria para mais tarde, depois que as aulas acabassem.
Ia começar a arrumar minha mochila mas
lembrei que não sabia o horário.
— Er, com licença. —
Me aproximei de Camily, que estava deitada na cama mexendo no celular.
— Sim ?
— Qual a sua sala ?
— 1º M -05. —
Respondeu ela.
— Qual o horário das
aulas hoje?
— Mesma sala? —
Camily me perguntou e eu assenti. — Temos Inglês, Biologia e Geografia no
primeiro período e Física e Matemática depois do almoço.
— Entendi. Obrigada.
— Ah, leva só os
cadernos, a pochete e o livro de inglês tá. Não tem muita necessidade de levar
a mochila.
— Okay.
Peguei meus materias e saí, Ana estava
vindo no corredor e me levou até a sala. Entrei na sala junto com ela, que escolheu o lugar atrás dela para eu
sentar, no terceiro lugar da fila, ficando perto da janela.
Observei algumas pessoas que
entravam, e a minoria — ainda bem — me olhava de volta.
E até mesmo, o garoto de
ontem, entrou na sala.
— Ana, quem é aquele mino lindo? — Perguntei.
— Tem vários.
Ri e comecei a descrever o
garoto. Ele tinha os cabelos pretos e era bem pálido. Usava uma blusa cinza por
baixo de um moletom esportivo vermelho. Junto de uma calça jeans azul escura.
— Ah, o Max. — disse ela — Ele parece um vampiro.
Comecei a rir. Ela tinha
mania de ridicularizar os garotos que eu achava bonito, para tirar sarro de mim
se eu ficasse com algum.
Quando fui olhar para ele
novamente, o garoto já olhava para mim. Desviei o olhar rapidamente para evitar
que eu ficasse com mais vergonha. Me virei para o lado e não consegui conter um
sorriso.
— Hum, já estão assim? — Perguntou Ana — Só quero saber
como o filho de vocês dois vai ser.
— Ana! Eu só disse que ele é lindo. — Retruquei.
— Será que ele vai ter o olho azul? Se
for, eu me congelo e me caso com ele.
— Ana!
Ela começou a gargalhar.
— Calma, eu só estou brincando. — Disse ela — Você quase nunca
elogia garotos.
Dei de ombros, mas era
verdade. Poucos garotos faziam o meu tipo. Ana ás vezes me chamava de cuzona e
sem coração por isso.
— Ah, mas eu elogio o Kahal sempre. — Eu disse.
— Mas também né, é o Kahal.
— Wow, mais uma fã do Kahal na sala? — Perguntou uma garota de cabelos roxos, se sentando na cadeira ao lado.
— É nova né?
— Sim. — Respondi.
— Mari, essa é a Rhay, minha amiga e ex
vizinha. Rhay, essa é a Mari, minha amiga da escola.
Ela estendeu a mão, e eu a
cumprimentei.
Começamos a conversar sobre
coisas aleatórias, algumas amigas de Ana e Mari vieram conversar comigo.
Logo após, o professor de inglês entrou na
sala. Ele se apresentou para mim, e pediu para que eu falasse meu nome. Foi um
pouco complicado, precisei repetir meu nome umas 3 vezes, pois o professor
errava a pronúncia.
Depois da apresentação, o
professor passou um exercício, que eu terminei rapidamente por causa da minha
facilidade no idioma. Bom, depois de anos ouvindo músicas internacionais e
assistindo séries legendadas foi isso que aconteceu.
Ana terminou alguns minutos
depois de mim, havia algumas coisas que eu tinha ensinado a ela.
Às vezes, Kahal que estava
na fila ao lado, pedia algumas respostas a nós, posso dizer que me assustei com
a voz dele, não esperava que fosse grossa e profunda. E pelo fato de ele ser
irrestivelmente lindo, passávamos.
Ana encarou algo por alguns
segundos, depois desviou e olhou de volta.
— Ele tá te olhando. — Disse ela.
Franzi as sobrancelhas,
confusa.
— Quem?
—O vampirinho lá.
— O Max? — Perguntei.
Ela assentiu concordando.
Ela começou a olhar para
algo do lado de fora, através da janela. Aproveitei que Ana não olhava para mim
ou para o Max e fui dar uma olhada no garoto.
E como Ana disse, ele já
estava olhando para mim. Seus olhos desviaram rapidamente do meu, mas dessa vez
eu não desviei, fiquei observando o garoto.
— Qual vai ser os nomes dos filhos de
vocês dois? — Perguntou Ana.
Dei um tapa de leve no braço
dela e a mesma começou a rir da minha cara.
A aula de inglês acabou e
passei uma outra aula em piloto-automático. Fingindo entender o que os
professores falavam e explicavam.
Na de Geografia, Isaac
começou a pedir borrachas emprestadas para nós que estávamos perto. Ele e Mark
pareciam estar aprontando algo. Mas ninguém estava prestando atenção, a maioria
fazia bagunça.
Em seguida, consegui ver o
que eles estavam fazendo. Os dois estavam grampeando as borrachas, todas
juntas.
Tive que rir da situação.
Mark foi até a minha mesa
rindo e pegou a minha bolsinha, e a fechou a levando para a mesa de Isaac.
— Minha bolsinha não! — protestei rindo.
— Ó as ideia — disse Mark rindo — ‘’Não’’ — repetiu ele rindo alto.
Eles pregaram minha
bolsinha junto com as borrachas, e em seguida também pegaram a de Mari e a de
Thomas.
Quando perceberam que a
professora estava olhando de cara feia para eles, os dois puxaram os grampos e
devolveram nossos pertences.
Depois que a professora se
virou para o quadro, Mark e Isaac começaram a rir baixo e sem som, porém,
freneticamente.
Quando o sinal do intervalo
tocou, eu ''acordei'' e peguei meu celular e meus fones de ouvido no bolso. Ana
me acompanhou seguindo o grande fluxo de alunos.
Nós duas entramos na fila do
lanche, pareciam estar servindo algum tipo de sanduíche de peito de peru ou
algo assim com refrigerante que não conseguir saber que sabor era.
Depois de pegar nossa
comida, procuramos mesas livres, mas não achamos nenhuma. Passamos por alguns
segundos procurando um lugar, até que Mari pareceu nos notar.
As amigas dela nos chamaram
para sentar na mesa com elas. Demorei um pouco para cair a ficha, e Ana teve
que me chamar umas duas vezes.
— Então, vocês são amigas do Kahal? — Perguntou a garota de cabelos rosa, Gabi.
Ana riu.
— Passar cola pode se considerar uma
amizade? — Perguntou ela.
— É quase uma parceria. — Disse Gabi.
— ''Quase''? — Perguntou Mari, e nós rimos.
Elas me contaram que Juh
trabalhava na Rádio, por isso não passava o começo do intervalo com elas,
apenas a metade.
Percebi que Gabi comentava
sobre algum garoto que havia conhecido recentemente, pelas descrições, eu
começava a achar que eu conhecia.
Nós começamos a falar sobre
bandas e músicas até que alguém tocou no assunto das audições das bandas.
— Eu meio que tava querendo fazer. — Disse Mari.
— Eu também. — Disse Gabi.
— São quantas vagas? — Perguntei.
— Cinco. — Respondeu Mari.
— Eu não sei cantar, mas boa sorte pra
vocês. — Disse Ana.
— Valeu. — Disse Juh chegando do nada.
— Vai fazer a audição Juh? — Perguntou Gabi.
— Sim, eu apostei com o Mark. Que se um de
nós conseguirmos passar, quem ganhar vai colocar a música que quiser por um
mês.
— Vocês vivem em pé de guerra ein. — Comentou Mari, rindo.
— Mas é claro, eu não aguentaria ele
colocando funk no intervalo. — Disse ela olhando
para a multidão — Eu sei que ele
gosta de rock, mas a versão ''rockeiro'' dele é destorcida.
Nós rimos.
Quando terminei meu lanche,
fui jogar o lixo no latão. No caminho, como na maioria das vezes sou um pouco distraída/
desastrada, esbarrei em alguém.
Me virei para me desculpar e
dei de cara com Max que por sorte ou azar — ainda não me decidi— era quem eu havia esbarrado.
Nós acabamos nos desculpando
ao mesmo tempo, então ele se virou e segui com seus amigos, que a propósito,
Thomas estava na mesma rodinha que ele. Meu irmão acenou para mim e eu acenei
de volta.
Depois de jogar o lixo fora,
voltei à mesa.
— Conhece o Thomas? — Perguntou Gabi.
Percebi um certo interesse
em sua expressão, e consegui conectar tudo. A Gabi que estava na mesma rodinha
que eu era a mesma que meu irmão havia conhecido. Dei um sorriso de lado.
— Sim, ele é meu meio-irmão.
— Ata.
— Você conheceu ele esses dias na
biblioteca? — Perguntei.
— Sim. — Ela me respondeu desconfiada. — Por que?
— Ele me disse. — Falei com um sorriso travesso.
Ela acabou corando e ficando
um pouco envergonhada, eu já podia criar o nome do shipp deles.
Gabi ficou olhando para um
lado e para o outro, acho que a deixei desconfortável por estar falando de
Thomas.
''Shippo'' pensei.
— Está interessada nele? — Perguntei diretamente.
Ela abriu e fechou a boca
várias vezes antes de responder.
Shippo muito
— Ah, como eu posso dizer? Eu meio que
gosto dele desde o começo do ano.
Shippo pra caralho.
— Mas não tomo iniciativa por medo de ser ignorada. — Disse ela.
— Que isso, não pensa assim. — Falei tentando a encorajar — Ele é bem carismático, não ignora ninguém.
— Você acha que eu deveria falar com ele
então?
— Claro, vem.
Falei me levantando.
— Espera, agora? — Perguntou ela.
— Sim, agora.
— Mas eu não sei o que falar com ele, não
tenho assunto. — Gabi se levantou
comigo.
— Ah, deixa que eu resolvo. — Começamos a ir em direção a rodinha de amigos dele — Começa com um simples oi que o resto eu
tomo conta.
— Tudo bem então.
Não estávamos nem próximas ao
grupo deles, mas percebi que Thomas deu uma olhada rápida em nós.
— Afinal, como é aquele Max? — Perguntei curiosa.
— Huum. — Gabi sorriu maliciosamente para mim.
Eu ri.
— Qual é, só quero saber.
— Está interessada nele? — Ela me perguntou, me imitando do fato de segundos atrás.
Senti meu rosto esquentar.
— Não, não é isso. Mas eu sinto algo
diferente em relação a ele. — Falei.
— Hum, para começar, ele é diferente. É sempre mais na dele, sabe?
Fechado, frio e um pouco sem expressão.
— Um pouco? — Falei irônica e Gabi riu.
— Mas ele me parece uma pessoa legal. A
Juh me disse que o Max é engraçado depois que tem intimidade com alguém.
— Entendi.
— Só que tem um problema.
— O que?
— Ele tem namorada. — Ela me disse com um olhar de pena.
— É claro que tem. — Falei baixo e aborrecida.
— Mas não fica assim, tem vários garotos interessantes por aqui.
— É que os que são difícil de conseguir é sempre meu fetiche. —
Revirei os olhos.
— Mas tipo, Mark me disse que o Max e a namorada dele não estão bem já
faz uns meses. Bom, eu que o diga né, ele namora a mais patricinha da escola.
Ri do comentário dela.
Por fim, chegamos ao grupo
deles. Isaac e Mark abriram a rodinha para nós.
— Ei gente. — Cumprimentei.
— Ei. — Eles me cumprimentaram em uníssono.
Thomas e Gabi trocaram um
sorriso, e resolvi começar um assunto aleatório.
— Eu soube que vocês dois são maníacos por
livros, qual sagas vocês gostam? — Perguntei.
Não demorou muito para eles
começarem a conversar normalmente.
Os outros três garotos
também conversavam entre si, e me vi de fora dos assuntos. Tentei me aproximar
deles, só tentei porque sair do lugar meus pés não saíram. Mas logo o recreio
acabou e tivemos que subir.
Fui apressadamente para o
meu quarto e voltei ao modo piloto automático. Mais tarde, teria mais duas
aulas e começariam as audições.
De tarde, depois das aulas
de Física e Matemática, Ana foi ao meu quarto. E eu a perguntei do porquê de me
shippar com o Max sendo que ele estava namorando. E ela me respondeu que não
sabia que os dois ainda estavam e um relacionamento, pois em algumas festas do
time de futebol, Jess sempre ficava com Manson.
Tinham no máximo 180 pessoas
fazendo as audições. O esquema era preencher uma folha, entregar para os
jurados e cantar uma música para eles avaliarem. A sala onde tínhamos que
cantar não fazia som do lado de fora, para evitar constrangimento e talvez para
guardar uma surpresa.
Comecei a conversar com as
meninas, para tentar aliviar o meu nervosismo. Uma amiga delas que fazia um
curso também veio fazer o teste.
Estavam chamando por ordem de
chamada o que me fez ficar tão ansiosa quanto nervosa.
Mas quando foi a minha vez,
consegui fazer o que planejei e me senti confiante. Os jurados nos avisaram que
o resultado sairia no dia seguinte.
As meninas combinaram de
todas irem fazer um lanche. Mas tem algo que eu chamo de destino, pois os
garotos estavam na mesma lanchonete que a gente.
Mark pediu para nós juntarmos
as mesas e o fizemos. Logo acabamos fazendo amizade com todo mundo.
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